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Última Actualização
Última Actualização: Quinta, 17 Maio 2012 - 09:00 GMT+00
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| Escrito por Tenente Coronel Brandão Ferreira | |||
| Quarta, 15 Setembro 2010 01:17 | |||
![]() ![]() PORTUGAL: UM IMENSO CASINO! Tenente Coronel Brandão Ferreira O Presidente da República Brasileira proibiu a existência de jogos de azar no Brasil, no já distante ano de 1946. Isto sem embargo, até, de ter sido acabado de construir um luxuoso casino na cidade de Petrópolis. A situação mantém-se até hoje, e devia servir-nos de exemplo. Durante o Estado Novo, a regulamentação sobre casinos e jogos de azar foi muito cuidadosa e algo restritiva. Existia a lotaria nacional e mais tarde foi criado o totobola que acompanhava o desporto mais popular entre os portugueses, mas os intuitos tinham sobretudo a ver com preocupações de ordem social e de assistência, para onde deveriam ser canalizada a maioria dos lucros. Com os casinos era mais complicado, já que o jogo não era tido como uma virtude em termos de moral pública. A excepção em todo o território português foi Macau por particularidades próprias com as tradições e vizinhanças locais. Deste modo Portugal era parco em casinos: o do Estoril, por via da concentração de personalidades e aristocracia, sobretudo a partir dos anos 30 e durante a II GM; três no Algarve, já nos anos 60, por razões relacionadas com o turismo e que tinham contrapartida a norte, com os casinos da Figueira da Foz e na Póvoa de Varzim. Havia ainda restrições: o jogo estava proibido ao funcionalismo público, a magistrados, militares e diplomatas, e havia alguma escolha na clientela. E tudo estava muito longe da massificação actual que a divulgação das “slot machines” e a moderna tecnologia potencia. Com o 25 de Abril, também a comporta que segurava “estas águas”, veio abaixo. De modo que, tem sido um “vê se te avias”... Os casinos multiplicaram-se e “democratizaram-se”; criaram-se as salas de Bingo, que logo pulularam; inventou-se o totoloto com várias variedades; apareceram as raspadinhas, os lotos e agora joga-se na Internet. Isto para não falar nos “casinos” ilegais que são de sempre, antros de vício onde chefes de família se perdem e gente acaba mal os seus dias. Com a economia a não carborar; sem se investir em mais valias que nos sustentem o futuro, antes apostando na especulação financeira e imobiliária; com a balança de pagamentos a derrapar constantemente; sem ideia séria e consequente do que queremos continuar a ser como Nação; pondo a esmagadora maioria das pessoas a viver acima das suas possibilidades com o acesso indiscriminado ao “dinheiro de plástico”; a criminosa doutrinação que sobrepõe os direitos aos deveres e a propaganda à informação séria, é natural que governantes e governados, optem por dinâmicas de “negócio” menos apropriado para sustentar,uns, os réditos públicos e os cofres partidários, a fim de se manterem no Poder; os outros para sobreviverem e manterem expectativas que lhes criaram, mas que estão longe de serem realistas ou sérias. E assim se resvala para a corrupção. Perante este cenário é fácil a virtude dar lugar ao vício; o negócio a qualquer preço,preferir o trabalho sério e continuado; a Verdade o Belo, o Bem, a Fé, a Caridade, a Esperança, o Patriotismo, o Respeito, o Carácter, a Integridade, etc., que são as verdadeiras molas reais com séculos de apuro, que têm feito a Humanidade progredir, deram lugar ao relativismo moral numa inominável cedência ao voto individual e ao interesse de cada um. E para as almas que se perdem, não se pede castigo, responsabilização ou consequências: desculpabiliza-se; exige-se mais direitos e mais oportunidades. Os que têm o azar de se manter equilibrados, pagam! Aliás, apreceram recentemente nos “media”uns filantropos a denunciar que já haveria cerca de 100000 jogadores patológicos(!),e deveria existir apoio estatal para os doentinhos.Ora aqui está mais um belo negócio em perspectiva... Não espanta pois que os portugueses tenham aderido em massa ao nóvel euromilhões e estejam todos à espera que lhes saia o jackpot ! Temos sido o país da Europa, aliás, onde mais se joga e onde saem mais prémios … O jogo a dinheiro, é perigoso porque pode criar habituação e esta leva ao vício. Tudo o que é vicioso deve ser combatido e contido. Porque é uma referência errada e negativa para a sociedade; porque cria chagas sociais e porque auto limita a liberdade. Um viciado (seja no que for), nunca pode afirmar que é um Homem livre. Aproveitando a recente notícia vinda da Rússia, em que esta vai reprimir o jogo, devíamos segui-la. Mas não, o Estado, alienou a patacos a Sociedade Estoril Sol, por ex., sobre cujos contornos se fez, de repente, silêncio. E, até, já põe o dinheiro dos contribuintes a render em “Off Shores” sem dizer nada aos cidadãos. Um dia destes acaba a explorar bordeis.
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