  PEDRO LARANJEIRA NOMEADO DIRECTOR
DO MUSEU BIBLIOTECA DR. MANUEL LUCIANO DA SILVA
Situada em Cavião, uma pequena aldeia no concelho de Vale de Cambra, no Norte de Portugal, a Associação Dr. Manuel Luciano da Silva, com sede no Museu Biblioteca e é uma Instituição Cultural sem fins lucrativos e Estatuto de Utilidade Pública, dedicada à investigação e divulgação da «IMPORTÂNCIA DOS PORTUGUESES NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE».
 Dotado de um valioso património bibliográfico e documental, o Museu Biblioteca em Cavião nasceu da iniciativa de dois valecambrenses notáveis, o Comendador Álvaro Leite, ainda há bem pouco tempo homenageado pelo Presidente da República e que foi o mecenas a quem fica a dever-se a construção do complexo, e o Dr. Manuel Luciano da Silva, que nasceu no próprio local onde agora se situa a Associação com o seu nome, de que é patrono, e que dedicou boa parte da vida ao estudo e divulgação dos feitos dos portugueses.
Por sugestão do próprio Dr. Luciano da Silva, o Diretor da FREE ZONE, Pedro Laranjeira, passa agora a comandar os destinos do Museu Biblioteca.
Vão ser postas em marcha iniciativas que passam pela organização de Exposições Temáticas, Palestras e Conferências, acções de formação e esclarecimento em escolas do ensino secundário em várias cidades, intercâmbio com outras instituições sociais e culturais, bem como a publicação de Jornal denominado "FAROL", a criação de uma página na internet em lucianodasilva.com e a produção de conteúdos audiovisuais sobre os temas em que o Museu Biblioteca se encontra melhor documentado.
O lema escolhido por Pedro Laranjeira para o arranque do seu exercício, "A IMPORTÂNCIA DOS PORTUGUESES NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE", reflete alguns dos principais estudos a que Manuel Luciano da Silva tem dedicado muitos anos de vida, investigação e trabalho, nomeadamente a história da Pedra de Dighton, que comprova os portugueses como primeiros colonizadores do continente americano através da família Corte-Real e também a reposição da verdade histórica sobre a nacionalidade e origens de Cristóvão Colombo, um nobre português que a meio da sua vida mudou de nome para ajudar o seu amigo D. João II a desviar as atenções dos reis espanhóis do que mais nos interessava (o caminho marítimo para a Índia) e que culminou com a descoberta do Novo Mundo.
Manuel Luciano da Silva é um médico português de grande prestígio,residente nos Estados Unidos, que tem viajado e investigado factos relevantes da nossa História, sendo autor, com a sua mulher, Sílvia Jorge da Silva, de trabalhos notáveis sobre a Pedra de Dighton e Cristóvão Colombo (o navegador ficou conhecido por este nome, mas nunca foi o seu: era "Cristóvão Colon" e este casal de emigrantes disso forneceu provas documentais, descobertas na Biblioteca do Vaticano, que também o confirmam, para além de qualquer dúvida, como português).
Várias descobertas inéditas sobre a grande era da primeira globalização, que foram os Descobrimentos portugueses, fazem parte do contributo deste casal para o património histórico lusíada, entre os quais a descoberta da correta interpretação das "verdadeiras" Antilhas e a decifração do monograma de Colon.
A Pedra de Dighton e Cristóvão Colon serão dois dos principais temas a cuja divulgação o Museu Biblioteca Dr. Manuel Luciano da Silva vai dedicar-se no futuro imediato, para além de disponibilizar às populações locais o vasto acervo da sua Biblioteca, que abriu já as portas ao público, num horário das 18 às 20 horas, para permitir a visita de quem trabalha, o que é uma novidade, dado que esteve vários anos encerrada, para desespero de Luciano da Silva, que agora vê já este problema resolvido e se mostra feliz com o desenrolar desta nova realidade.
Também duas Exposições estão já patentes ao público, uma sobre "Os Portugueses e a Pedra de Dighton", a outra sobre o "Colombo Português", um interessante repositório bibliográfico e documental sobre as origens e verdadeira nacionalidade do navegador. Pedro Laranjeira escreveu um livro sobre este tema, intitulado "O Alentejano que descobriu a América", já publicado também em inglês e espanhol, que foi o que o levou a conhecer Manuel Luciano da Silva, tendo-se entretanto desenvolvido entre ambos uma relação de amizade que conduziu à situação actual e à nomeação do jornalista como Diretor do Museu Biblioteca. Ao longo dos últimos anos, participaram juntos em inúmeras Palestras, Conferências, visitas de estudo e viagens, bem como aulas em estabelecimentos de ensino.
A inspiração para esta obra de Pedro Laranjeira nasceu de um profundo estudo de investigações iniciadas há cem anos por Patrocínio Ribeiro e Pestana Júnior (ministro da primeira república e avô de Garcia Pereira, o actual líder do MRPP), depois aprofundadas por um trabalho notável de investigação de Mascarenhas Barreto, primeiro responsável pelo extraordinário "puzzle em que todas as peças encaixam" sobre a nacionalidade portuguesa de Colon, que encontrou valiosos continuadores como Manuel Rosa, Julieta Marques, Roiz do Quental, Paulo Loução, Carlos Calado, Brandão Ferreira, Carlos Paiva Neves, José Machado Pereira, Fina d'Armada, José Ferreira Coelho e José Rodrigues dos Santos, que romanceou a História no "Codex 632". Manuel Luciano da Silva dedicou anos de estudo ao tema, que o levaram a vários países do mundo e à própria Biblioteca do Vaticano e escreveu o livro "Cristóvão Colon [Colombo] era Português", já na quarta edição e traduzido para inglês, que mais tarde foi adaptado para cinema por Manuel de Oliveira, com o título "Cristóvão Colombo, o Enigma", premiado na Bienal Internacional de Veneza, e que é a história da vida e obra do casal português de emigrantes.
Este filme pode agora ser visto no Museu Biblioteca, bem como todos os livros sobre o "Colon Português".
O tema da nacionalidade portuguesa do descobridor do Novo Mundo tem vindo a despertar um interesse crescente que levou já à criação de três verdadeiros "Centros de Interpretação", o mais antigo dos quais é o Museu Biblioteca Dr. Manuel Luciano da Silva, em Cavião, fundado em 2001.
Em 2009, surgiu a "Casa Colombo" em Vale do Paraíso, Azambuja, no local onde o navegador se reuniu com D. João II para lhe dar a notícia da descoberta do Novo Mundo, antes de a revelar aos reis espanhóis, em março de 1493.
Finalmente, em 2010 surge o "Centro Cristóvão Colon", na vila alentejana de Cuba, uma iniciativa da autarquia e da Associação Cristóvão Colon, cujo Presidente Carlos Calado tem sido um dos mais activos dinamizadores da divulgação das mais recentes descobertas sobre este tema.
O Presidente da autarquia alentejana, Francisco Orelha, inaugurou entretanto uma praça dedicada a Colon, com uma estátua que é a única no mundo a ostentar o nome verdadeiro do descobridor da América.
São estes alguns dos "parceiros naturais" com que Pedro Laranjeira passará agora a trabalhar no objetivo comum de "dar a César o que é de César", ou seja, de deixar de ensinar mentiras aos nossos jovens e repor a verdade histórica dos factos.
Quando se refere à "IMPORTÂNCIA DOS PORTUGUESES NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE", Pedro Laranjeira costuma acrescentar que ela não se limita ao passado: está viva no presente e tudo indica que vai projetar-se num futuro em que a realidade lusíada continuará a "dar novos mundos ao mundo", através de um pioneirismo que tornará a sociedade humana melhor - o que promete demonstrar!
Pedro Laranjeira é jornalista, escritor, poeta, declamador, fotógrafo... com outras e muito diversas incursões em áreas onde a curiosidade, o espírito de aventura e a sede de saber o têm feito mergulhar, num percurso de vida agitado por viagens a lugares e culturas onde aprendeu que nunca se aprende o suficiente. Fala várias línguas, tem formação em medicinas alternativas e novas tecnologias e chegou a viver numa tribo selvagem em África, que diz ter sido a melhor experiência humana por que passou. Como jornalista, fez tudo, de reportagem a crítica de espetáculos, de crónica a opinião, de desporto ao mundo das artes. Foi correspondente de guerra e conheceu reis e presidentes. Grande comunicador e homem muito culto, exerceu cargos de direção em imprensa escrita e rádio, durante mais de quatro décadas. Com 65 anos, quem o conhece de novo acha-o “um cota práfrentex”, os amigos chamam-lhe “bebé birrento”. Mantém a mesma energia com que fez a única reportagem sonora gravada “ao vivo” do 25 de abril de 1974, que foi editada em disco. Integrou durante 5 anos o Conselho de Opinião da RTP, onde representou o Desporto, e foi dirigente desportivo durante outros tantos, tendo organizado os maiores eventos mundiais da história do Bodyboard. É apaixonado por causas polémicas e tem espírito de Robin Wood no combate à discriminação, principalmente sobre mulheres e pessoas com necessidades especiais. Publicou três livros, poesia, medicina e Cristóvão Colombo. Diz que vai ter uma vida muito interessante pelo menos até ao dia em que se comemorar o primeiro centenário sobre a bomba de Nagazaki, que matou 200.000 pessoas ao mesmo tempo que ele nascia. Conheceu o Dr. Manuel Luciano da Silva há três anos, por causa de Cristóvão Colombo, e desde então desenvolveu-se entre ambos uma forte amizade e grande cumplicidade de ideias, que agora levaram à sua nomeação como diretor do Museu Biblioteca em Cavião. | 
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Comentários
Só hoje andei por aqui a navegar e cheguei a toda esta informação. Antes demais os meus parabéns, está bem entregue e mãos à obra, como sempre faz em tudo o que mete, ou metem-no,é bom sinal.
Um dia destes vou visitá-lo, disponha quando precisar.
Nesta altura desejo-lhe BOAS FESTAS!
mãos à obra!!!
Só tu tens perfil perfeito...
para pegar nessa tarefa complicada...
Porque és um grande profissional...
Não tens medo de desafios...
Tens capacidade para saltar barreiras...
Mas... acima de tudo... és um sonhador...
e és um sonhador... que converte sonhos em realidade!!!
Parabéns!!!
Parabéns a ambos e um grande abraço dos amigos Palmira e Carlos Gaspar
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